How well do you know Lestat de Lioncourt?
Lestat lover! You know a lot about our favorite vampy, but not quite everything.
How well do you know Lestat de Lioncourt? Quizilla
Escrito por Danick às 09h50
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Which Anne Rice vampire are you most
like?
 The ever faithful guardian of the Mother and Father, you are Marius. You're worldly, sweet, and understanding.
Which Anne Rice vampire are you most like? Quizilla
Escrito por Danick às 08h48
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*!How much of a vampire are
you?!*
U are a full vampire!! You are turned on by
blood and the sun and holy objects anger you greatly. U prefer to go party on
weekends and like large crowds. And you enjoy watching others you know
suffer!!!!
*!How
much of a vampire are you?!* Quizilla
Escrito por Danick às 02h20
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Who Are You? Lestat, Marius, Louis, or
Armand?
 You are the Vampire MARIUS. You are responsible for your age and
always like to read. People come to you for knowledge and guidance when they
fear the unknown.
Who Are You? Lestat, Marius, Louis, or Armand? Quizilla
Escrito por Danick às 01h52
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Ahhhh... Esse amorável pentimento...
Escrito por Danick às 01h43
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Contradigo-me?
Contradigo-me!
Sou vasto, contenho multidões!
Escrito por Danick às 01h42
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Suicide Is Painless
(Johnny Mandel & Mike Altman)
Through early morning fog I see
Visions of the things to be
The pains that are withheld for me
I realize and I can see, that
(Bm) / G Em / D Bm / Em A / D Bm /
{Refrain}
Suicide is painless
It brings on many changes
And I can take or leave it if I please
/ G A / D - / GEm A Bm - /
Try to find a way to make
All our little joys relate
Without that ever-present hate
But now I know that it's too late
And {Refrain}
The game of life is hard to play
I'm gonna lose it anyway
The losing card I'll someday lay
So this is all I have to say
That {Refrain}
The only way to win is cheat
And lay it down before I'm beat
And to another give my seat
For that's the only painless feat
'Cause {Refrain}
The sword of time will pierce our skin
It doesn't hurt when it begins
But as it works its way on in
The pain grows stronger, watch it grin
For {Refrain}
A brave man once requested me
To answer questions that are key
Is it to be or not to be
And I replied, oh, why ask me
'Cause {Refrain}
And you can do the same thing
If you please
Escrito por Danick às 23h50
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Para uma menina-mulher.
Estive pensando em você neste fim de semana, talvez mais do que o recomendado pelo bom-senso. Não sei se isso é bom ou ruim. Acho que é ruim, por ir contra coisas que eu tinha me proposto: não teclar, não ligar, não escrever, não ter contato, não pensar mais, não chorar mais, não esperar mais nada...
Neste fim de semana reservei-me momentos de solidão. Momentos assim deixaram de ser tristes para serem saudosos. Não nego que ainda doam feridas abertas num passado recente. Mas você é apenas um retrato na tela, uma voz no telefone, e também dói, e como...
Os ditos e os escritos vêm à lembrança, como que querendo fazer com que eu olhe, e veja, e sinta...
Não perco mais tempo pensando no que é certo e no que é errado. Como seria se... Os ‘se’ deixaram de existir. Foram-se, são passado. Óbvio, não me engano dizendo que nada houve. Acho que nas poucas vezes em que disse isso, minha voz soou como um alarme ensurdecedor na mente, que gritava outras palavras com o coração, que sonhava desvairadamente...
Sua imagem ainda surge como uma fantasia, uma miragem (ou um pesadelo?). Não me iludo mais. Não deliro mais. Não te amo menos.
As músicas, os poemas, as imagens, os cheiros e gostos que me remetem à você trazem à lembrança momentos grandiosamente felizes e imensamente tristes, de muita ternura e muita solidão, de bem-querer e de angústia... Não me pergunto mais se faria tudo novamente: já sei a resposta...
Sempre digo que as coisas acontecem como e quando têm que acontecer. Talvez seja assim, talvez não. Não sei. Talvez eu tenha sonhado demais e a impossibilidade do sonho me doa mais que a sua ausência. Talvez por sentir-me um super-homem ao tê-la comigo e agora limitar-me a ser um homem comum, sujeito ao tempo, ao espaço, à realidade... Você não está e não estará mais. Como um vento forte que passou em minha vida, encantou-me. Tirou tudo do lugar. Abalou minhas estruturas (já tão fortemente frouxas...) e me fez amar.
Lembro de você com saudade, saudade de horas boas e más. Saudade de beijos que nunca foram e que nunca serão. Saudade do amor vazio, sozinho, carente. Saudade da presença ausente. Saudade do não-dito e do não-vivido. Apenas saudade. Simplesmente saudade.
Escrito por Danick às 23h44
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Hoje. Hoje queria te ver. Especialmente hoje, te ver. Não sei se pela baixa imunidade ou pela febre que me acomete, queria te ver. Ver-te a andar pela rua. Passos lentos. Cabelos em desalinho. Linda. Ver-te a sorrir para tudo e para todos. Sentir o cheiro que, quando passas, deixas no ar...
Só hoje, especialmente hoje, queria que te aninhasses no meu peito e quietinha, ouvisses minha respiração. Pausada. Constante. Assim como eu, tranquila. Esquecer o tempo e deixar que nada perturbasse esse momento de paz... meu momento. Meu.
Somente hoje, diferente dos outros dias, o querer te ver tem um significado diferente. Não é um querer de necessitar, de ser imprescindível. É um querer daqueles que a gente quer bem lá no fundo e que, geralmente, não confessa a ninguém, nem a sí mesmo, para não se trair. É um querer saudoso. Um querer triste. Querer. Só querer.
Escrito por Danick às 16h11
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Sempre
Antes de mim não tenho ciúmes.
Vem com um homem às tuas costas, vem com cem homens entre os teus cabelos, vem com cem mil homens entre teu peito e teus pés, vem como um rio cheio de afogados que encontra o mar furioso, a espuma eterna, o tempo!
Traz todos eles para onde te espero: sempre estaremos sós, sempre seremos tu e eu sozinhos sobre a terra para começar a vida!
Escrito por Danick às 06h13
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Tempos (I): Cada Dia, a Paz
Por hoje, falarei de amor. Não cuspirá fogo a minha boca, nem vento assobiará entre meus dentes, nem um resíduo de sal ficará na minha língua.
Por hoje, falarei de amor. Ontem foi talvez dia de desencanto. Amanhâ será talvez dia de punhais, reingresso na torrente, reinaugaração do pranto. Amanhã haverá tempo bastante para o ódio.
Por hoje farei uma pausa nas armas, esquecerei os motivos e a amargura. Lembrarei, do vento, só o afago, do relâmpago, só a luz, da espada, só o brilho, da morte, só a vida.
Na lição de hoje falarei de amor. Se a amada está longe, direi, da distância, o encontro. Se a alma é deserta, direi, do instante, a esperança.
As lágrimas, as lâminas, os venenos, deixarei para um outro tempo, para um tempo de amanhâ que hoje não virá.
Porque hoje é tempo de hoje. E em todos os dias de hoje só de amor falarei.
(to Audrey, with passion, today & forever...)
Escrito por Danick às 12h00
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